
Créditos da Imagem: Raid-Ix.
Louca platéia da ignorância
a maldizer e uivar
diante de um espelho,
sua própria burrice e ignorância
Pobres crianças;
tão entretidas em suas brincadeiras
que não notam o quanto se afastaram
da real verdade.
É tão fácil desprezar o suor,
desprezar o esforço e dedicação
de alguém entre quatro paredes! oh, como és!
Não passam de um bando de acéfalos,
ignorantes, mortos de fome!
Choram como enfermos,
esperando retorno das sementes
que jogaram ao ar
e pisaram em cima!
Nem ao menos fizeram por merecer
e apenas,
esperam, e esperam…
xingando a terra em que cospem por nada ter nascido.
Rafael M. Lopes – 23/05/08

Maio 23, 2008 às 1:52 am
Caro Valcrist Llewyeler,
Nossa você escreve muito bem, não imaginaria isso da pessoa que fica sentada em silêncio no canto da sala, isso serve para aprendermos a não subestimarmos as pessoas. Adorei o poema, agressivo, profundo e verdadeiro, quero ler os próximos também ^^
Beijos
Maio 23, 2008 às 2:06 am
papaai <3
eu gosto muito de como você escreve, e mesmo esse texto sendo bem agressivo e revoltado, eu gostei.
no fundo, é a mais pura verdade. é muito mais fácil prestar atenção em seu próprio umbigo insignificante, e ainda reclamar de tudo ao redor do que tomar alguma atitude.
pff. u_u
maaas enfim. *-*
te adoro papai <3
continue escrevendo *–* *besta*
Maio 29, 2008 às 8:19 pm
Adorei principalmente a terceira estrofe!
Mas, se eu entendi bem, o “mortos de fome” ficou meio distorcido… não sei.
Você escreve bem! Poste outros textos logo!
Com sinceridade, de sua amiga Gota D’água. =3